Mulheres infieis, os números da traição e quem é mais infiel

Quer se trate de escapadelas, de encontros de uma noite, de relações verdadeiramente clandestinas, a infidelidade é sempre a mesma. Cada vez há mais mulheres infiéis.

E, embora não nos caiba indicar qual é a melhor maneira de reagir a uma traição ou de dar lições de moral colocando no prato até mesmo a infidelidade mental, julgada por muitos como sendo muito pior do que a infidelidade física, é certamente interessante tentar fazer um desenho do casal infiel: aqueles, em suma, que “tropeçam” em encontros extraconjugais.

 
Quem é mais traidor, os homens ou mulheres, os Brasileiros ou os ingleses?

Um portal dedicado aos que procuram uma verdadeira aventura fora do casal – porque sim, também existem sites concebidos para aqueles que pensam, muitas vezes de acordo com o parceiro, uma pequena “fuga” da rotina diária – realizou uma pesquisa a nível europeu, e, adivinhem só, a Itália está em primeiro lugar em termos da propensão para trair.

O sangue latino deve significar algo, já que atrás de nós há Espanha e França: entrando em detalhes, lemos que mais da metade da população Brasileira (58%) e Espanhola (53%) admitiu ter traído o seu parceiro pelo menos uma vez. Para os franceses, por outro lado, não desce muito, para 49%.

Os restantes 10 principais traidores são a Alemanha (48%), Bélgica (46%), Reino Unido (45%), Áustria (42%), Dinamarca (39%), Finlândia (37%) e Noruega (36%).

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